Ela abre os braços assim, bem grande
Do tamanho do Universo parece o bastante
Como graceja ela
Risonha a menina de olhar sapeca
Fulgura algo ali
E flores muitas saem do peito dela
Que bela a melodia que a cerca
Há um nome que soa dali?
Ah, um nome... charmosa a moça sorri
E num piscar, que dádiva
Há uma névoa de luz a soprar
Que impregna ela toda
Tão doce, tão branda
Se expandindo pelo ar
Sublime, sublime, diz ela
À chuva das pétalas
Que vêm lhe tocar
Que bela a menina
Com a alma suspensa a flutuar
Ah, mas sabe ela onde ir
O Amor nela vive e não a deixa partir

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