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sábado, 25 de janeiro de 2014

Crianças no Jardim

Crianças no jardim
Lépidas a brincar
Serelepes que só
A viver tardes sem fim

Crianças no jardim
Apressadas a brincar
Distraídas que só
Mal ouviram os querubins

Duas crianças
Pela estrada sem fim
As palmas mediam
E o coração batia “sim”

Pobres crianças
Pequeninas no jardim
Se as almas cantarolavam
Pela boca não era assim

Crianças, crianças
Que caminham aos confins
Passo e passo separados
Que ainda rimam afins

Crianças celestes
Filhas do amor sem fim
Aguardando e trabalhando
Até o convite dos serafins

Crianças divinas
Dotadas de amor sem fim
Haverá de novo a tarde
De reencontro no jardim


Um Laivo

Por um segundo fugaz,
Um laivo de um momento cruza meu pensamento.
Quisera eu, algumas páginas para trás revirar...
Em busca daquela bela ilustração
Que a minha alma e ao meu coração satisfaz.

Ó folha das minhas doces recordações
A mais cara de minhas coleções
O vento sopra e as revolta aos turbilhões
Mas tu é a de brilho guia em meio às constelações.