Tão cariciosa emoção a
tocar-me
Verto uma lágrima de
encanto
Ao respirar o amor jungido
ao teu nome
Sinto a chuva banhando-me
o ser
Quando choro de terna
alegria
Na esperança de a mão
poder te estender
Pranto que orvalha meu
coração
Sois o ensaio à água da
vida
A aguardar-nos desde a
criação
Bálsamo em forma de
lacrimejar
Que faz em júbilo ao peito
bater
Aquele que aprendeu a te
amar
Campo luminoso de aves e
flores
Descerrada é a tela do
amor
Pintada aos meus olhos nas
mais tenras cores.
Amor meu de conchego
perene
Reconhece o laço que nos
irmana?
Pois da noite dos tempos
segue ainda indene
Brisa branda que nos
abraça
E que delicada nos beija
a face
Tal é, amor meu, o fio que
a ti me enlaça.

Nenhum comentário:
Postar um comentário